Soja e Menopausa

Enquanto cerca de 85% das mulheres americanas dizem ter sintomas na menopausa, somente 25% das japonesas reclamam dos mesmos sintomas. Mulheres japonesas consomem mais proteína de soja do que as mulheres nos países ocidentais e com isso podem aliviar sintomas da menopausa.

O fitoestrogênio, ou isoflavona, componente da soja ajuda a diminuir ou talvez mesmo eliminar, os sintomas da menopausa, particularmente os fogachos (ondas de calor).

Um estudo recente em mulheres após menopausa mostrou que se suplementadas diariamente com 60g de proteína de soja contendo 76mg de isoflavonas, tem significativamente diminuídos as incidências de ondas de calor comparados com mulheres que não consumiam soja.

Outros benefícios da soja são diminuir o risco de câncer de mama, diminuir o risco de osteoporose, e prevenir doenças cardíacas.

Populações que consomem soja tem menos ataques do coração do que aqueles que comem proteína animal, como carne, frango e derivados do leite. A proteína da soja poderia reduzir o colesterol, o LDL colesterol, os triglicerídeos e aumentar o HDL colesterol (“bom” colesterol).

As isoflavonas da soja são importantes antioxidantes que previnem a oxidação ou o LDL (“mau” colesterol) colesterol, a soja diminui a tendência ou coagulação sangüínea e tem efeitos favoráveis aos vasos sangüíneos.

As mulheres orientais e as vegetarianas têm menor incidência de osteoporose, comparado com as mulheres ocidentais.

O consumo de proteína animal, (como carne, frango, peixe e derivados do leite) geralmente aumenta a perda de cálcio pelos ossos. Para cada 1,0g de aumento no consumo de proteína animal, e você perde uma média de 1,75mg de cálcio pela urina.

Mas antes de sair por aí consumindo soja, procure sempre orientação médica para saber se você realmente tem necessidade de reposição hormonal ou suplementação.

Relação Álcool e Câncer de Mama

Mulheres que bebem álcool tem um risco 24% maior de contrair câncer de mama. O estudo foi realizado pela Universidade de Harvard com enfermeiras durante um período de 16 anos. Um copo de vinho por dia ou uma dose semelhante de outra bebida alcoólica foi suficiente para produzir este risco comparando-se com aquelas mulheres que não bebiam.

A conclusão que se chega é que o álcool é realmente perigoso e deveria ser evitado. Porém os pesquisadores encontraram uma outra explicação: a ausência de ácido fólico, uma vitamina do complexo B. No mesmo estudo as mulheres que tinham um baixo índice de ácido fólico e bebiam eram as que tinham o maior risco de câncer.

O conselho dos especialistas é continuar bebendo álcool e usar ácido fólico (400 a 600 micro-gramas por dia). Nosso conselho é que a mulher pare de beber álcool e sim faça maior uso de alimentos ricos em ácido fólico. Alguns destes alimentos são: legumes, suco de laranja, espinafre e aspargos.

O álcool é uma substância cancerígena comprovada, porque é ele tão difícil de ser banido de nossas mesas? Há maior risco de câncer de estômago, esôfago e intestino bem como de câncer de fígado entre os que usam bebidas alcoólicas.